// Entenda a relação entre os dentes e a respiração


Espaço do Dentista

Entenda a relação entre os dentes e a respiração


A respiração acontece continuamente, ao longo do dia e da noite, mesmo quando as pessoas estão dormindo, visto que não é possível sobreviver ao ficar sem o processo de trocas gasosas nos pulmões, ainda que por alguns poucos minutos. Através da respiração, o homem inala e propaga ar pelas cavidades nasais, tendo como efeito o fluxo de oxigênio que será usado pelas células e a posterior expulsão de gás carbônico para o meio ambiente. Além dos pulmões, o sistema respiratório humano é formado pela sequência de importantes órgãos, quais sejam: o nariz, a faringe, a laringe e os brônquios pulmonares.


O grande problema é que muita gente acaba adquirindo o hábito de respirar pela boca, que, conforme se observou, não faz parte do sistema respiratório. Será que este ato errado pode gerar desdobramentos negativos para a estrutura dental?

Confira!


A maneira certa de respirar


Quando uma pessoa inspira pelo nariz, o ar atmosférico atravessa as fossas nasais, por onde os pelos e a mucosa lá presentes começam o processo de filtragem de micro-organismos e outras partículas sólidas. Esse ar passa por toda a via respiratória até chegar aos pulmões, muito mais limpo do que se fosse aspirado pela boca. Além disso, o ar adequadamente inalado chega aos pulmões mais aquecido e umidificado. Na expiração, o ar dos pulmões segue para o ambiente externo, liberando gás carbônico, nitrogênio e parte do oxigênio não consumido.


A respiração bucal e os problemas ortodônticos


É comum que a prática de uma respiração errada venha da infância, com base em inúmeros motivos. Uma criança pode chupar dedo, por exemplo, e acabar aspirando muito ar pela boca constantemente aberta, mais tarde se acostumando com a rotina respiratória, ainda que tenha abandonado a sucção do polegar. No entanto, alguns problemas respiratórios, como o desvio de septo, alergias ou sinusite, podem impulsionar a respiração bucal pelo adoentado. Com o tempo, isso poderá causar problemas mais sérios, como o desenvolvimento de dentes tortos, a maloclusão dentária ou um sorriso gengival, por exemplo.


Defina quanto você quer ganhar


É preciso que você se faça essa pergunta. Afinal, você é um funcionário, mas também é o patrão. Por isso, seja honesto consigo mesmo e defina o valor do seu pro-labore (o nome dado ao salário que o dono do negócio se paga).

Estabeleça esse valor de acordo com a média do mercado, mas atendendo às suas necessidades. Não se esqueça de colocar na sua planilha o valor do montante que entra a cada mês no seu consultório. Se o valor não for fixo, some todos os meses e divida esse número por 12, assim você chega à uma média de entradas.


Os cuidados para evitar problemas respiratórios e ortodônticos


De forma geral, os pais precisam ficar atentos aos problemas respiratórios que acometem seus filhos e à maneira como as crianças estão respirando, visto que tanto a respiração quanto a mastigação são as atividades mais importantes para o desenvolvimento da ossatura do maxilar e do bom posicionamento dos dentes, língua e gengivas.


Essa atenção deve ser voltada ainda para si mesmo, cabendo observar se você é acometido por doenças respiratórias frequentes e que se repetem periodicamente na sua vida. A inversão da passagem de ar, trocando-se a boca pelo nariz, faz com que a pessoa mantenha a boca aberta a maior parte do tempo e modifica aos poucos os ossos maxilares e as arcadas dentárias. Entre as consequências previsíveis, o céu da boca pode ficar mais alto e estreito, podem surgir mordidas cruzadas ou abertas demais, há falta de crescimento da mandíbula ou empilhamentos dentários.


Problemas respiratórios e ortodônticos desse nível podem causar na criança alguns problemas sérios de cansaço, sonolência, rendimento escolar e baixa autoestima. Por isso, vale muito a pena tratar logo qualquer transtorno respiratório e evitar complicações maiores. Além dos pais e do médico responsável pela verificação dos eventuais problemas respiratórios, o dentista poderá fazer também o mais adequado acompanhamento do desenvolvimento ortodôntico da criança ou analisar o atual desempenho respiratório dos pacientes.



Com tal precaução, muitos tratamentos longos e até algumas cirurgias podem ser evitadas, tentando consertar problemas estruturais na dentição. Como você vem cuidando da sua respiração e da de seus filhos?



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